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23 de nov. de 2019

Gatos e a Saúde.


Cor da Prosperidade – Descubra qual é e como ela pode te ajudar agora mesmo! A palavra “prosperidade” está relacionada à abundância, riqueza, fortuna, sucesso e felicidade. A prosperidade é um estado desejado por muitos, que almejam alcançar padrões de vida melhores e estabilidade financeira e emocional.Estudos Comprovam Que Ter Um Gato Faz Bem à Saúde. “Gatos amam mais as pessoas do que elas permitem. Mas eles têm sabedoria suficiente para manter isso em segredo.

A ciência já comprovou que os animais de estimação podem trazer grandes benefícios a nós, seres humanos, e até ajuda a curar doenças, principalmente as psicológicas, como ansiedade e depressão. 


GATOS MALABARISTAS


Gatos Malabaristas - Treinadora de Gatos realiza demonstração sensacional  !!!

23 de out. de 2019

CIÊNCIA E O COMPORTAMENTO DOS GATOS



Pesquisa:
https://theconversation.com/how-to-stroke-a-cat-according-to-science-116025

Muitos de nós já experimentamos aquele gato super amigável que parece amar ser acariciado em um minuto, apenas para nos morder ou passar o dedo no próximo. Pode ser fácil, neste momento, culpar o gato, mas o que provavelmente está acontecendo aqui é que não estamos acariciando-os corretamente.
Para entender por que isso pode acontecer, primeiro precisamos saber um pouco mais sobre a ancestralidade dos gatinhos. É provável que os ancestrais do gato doméstico (o gato selvagem africano) fossem vistos como mero controle de pragas, mas os gatos modernos são frequentemente tratados como nossos companheiros de valor ou mesmo "bebês de pelo".

10 de out. de 2019

Gatos: e a Espiritualidade.

Gatos

Quem não se relaciona bem com o próprio inconsciente não topa o gato. Ele aparece, então, como ameaça, porque representa essa relação precária do homem com o (próprio) mistério. 

O gato não se relaciona com a aparência do homem. Ele vê além, por dentro e pelo avesso. Relaciona-se com a essência. Se o gesto de carinho é medroso ou substitui inaceitáveis (mas existentes) impulsos secretos de agressão, o gato sabe. E se defende do afago. A relação dele é com o que está oculto, guardado e nem nós queremos, sabemos ou podemos ver. Por isso, quando surge nele um ato de entrega, de subida no colo ou manifestação de afeto, é algo muito verdadeiro, que não pode ser desdenhado. É um gesto de confiança que honra quem o recebe, pois significa um julgamento.

16 de jun. de 2018

Gatos Curiosidades


Fatos curiosos que a ciência já descobriu sobre gatos.
Conheça 20 fatos curiosos que a ciência já descobriu sobre gatos, que é um dos animais de estimação com mais sucesso no mundo científico. Diversos estudos abordam temas relacionados aos pequenos felinos e à sua relação com os seres humanos. Conheça em seguida alguns desses estudos.

20 de mai. de 2018

O GATO E A ESPIRITUALIDADE


Quem não se relaciona bem com o próprio inconsciente não topa o gato. Ele aparece, então, como ameaça, porque representa essa relação precária do homem com o (próprio) mistério.
O gato não se relaciona com a aparência do homem. Ele vê além, por dentro e pelo avesso. Relaciona-se com a essência. Se o gesto de carinho é medroso ou substitui inaceitáveis (mas existentes) impulsos secretos de agressão, o gato sabe. E se defende do afago.

3 de dez. de 2017

ANIMAIS

O QUE ACONTECE AOS QUE MALTRATAM OS ANIMAIS?

A justiça humana pode falhar, mas a justiça divina nunca e actua a todo instante. Uma pessoa que mata, agride, tortura, abandona ou causa dano a qualquer animal, é vista pelo plano astral como um ser maléfico, sem caráter, insensivel, impiedoso e traiçoeiro. E como tal será tratado!

O ser humano dotado de consciência e razão deveria respeitar e amar todos os seres da Criação. Se tal não fizer, sofrerá do mesmo modo tudo o que provocar de mal aos animais pela lei da justiça universal que actua onde e quando menos espera, quer acredite nisso ou não.

É muito comum ouvirmos pessoas se queixando em determinados momentos de sua vida por desgraças que lhes acontecem, as mais diversas, de situações ruins, acidentes ou doenças inesperadas, etc., sentindo-se até vítimas inocentes de alguma situação, mas na verdade nada acontece por acaso e tudo está associado ao que terá feito de errado por dor ou sofrimento que já tenha provocado e não tem disso qualquer noção.

Ninguém sofre sem que já não tenha feito sofrer, pessoas ou animais. “Não faças o que não queres que te façam” ou “faz como gostarias que te fizessem” dizem os mestres conhecedores das leis de Causa e Efeito que tudo regem no Universo.

30 de jun. de 2017

Dicas Para Facilitar o Aprendizado Das Crianças!

Alguma vez você já se perguntou sobre a ciência por trás de como aprendemos? Afinal, é essa habilidade que afeta a nossa capacidade de absorver e reter informações. A ciência cognitiva é dedicada a estudar como as pessoas realmente aprendem, e as pesquisas e descobertas feitas neste campo até os dias de hoje tiveram um grande impacto sobre criar, recriar e moldar diferentes métodos de ensino em instituições acadêmicas do mundo tudo. Baseado nisso, aqui estão 9 dicas para ajudar você, seus filhos e netos aprenderem mais rápido:


1. Habilidades são mais fáceis de aprender por meio de partes individuais.

Vamos pegar o exemplo de aprender a tocar um instrumento, como violão. Esse processo começa primeiro pelos acordes mais fáceis, assim como a forma de dedilhar o instrumento corretamente e colocar os acordes juntos. Quando mais acordes a pessoa aprende, o processo gradualmente evolui, até aprender a tocar o instrumento por completo. Este conceito é aplicável à aprendizagem mecânica e baseada em fatos.

1 de jan. de 2017

Gatos: Mapa mostra quais países gostam mais de cães ou gatos.


Uma pesquisa dividiu o mundo entre países que gostam mais de gatos e os preferem os cães. O levantamento da Euromonitor International, empresa especializada em análises de mercado, mapeou as preferências com base no consumo de ração e cuidados com os pets.

De acordo com o levantamento, países ricos do hemisfério norte tendem a ter mais gatos, enquanto os do sul possuem mais cães. Os cachorros são prevalentes na América Latina, na proporção de dois para cada bichano no Chile, Peru, Argentina, Colômbia, Venezuela e México. No Brasil, a discrepância é um pouco menor: 36,5 milhões de cachorros e 21,8 milhões de gatos — cerca de 1,7 cão para cada felino. A Guiana Francesa, com mais gatos, é exceção da América Latina, dentre os 53 países avaliados. Os felinos foram preferência da Europa Ocidental, exceto Portugal, Espanha e Irlanda.

Gato: Muito Inteligente...

Um homem detesta o gato de sua esposa porque ele não faz mais nada além de arranhá-lo o tempo todo e, sem que ela saiba, decide dar um sumiço no animal de estimação. Ele o coloca em uma caixa, pega o carro, dirige cerca de 20 quilômetros de sua casa e deixa o gato em algum lugar remoto.

Quando ele volta, depara-se com o gato sentado na porta de casa, que continua a arranhá-lo constantemente. Nervoso, ele repete a mesma operação, mas vai ainda mais longe, deixando o bichano a 40 quilômetros longe de casa. E qual a surpresa dele ao chegar: lá está o gato na porta de novo!

18 de dez. de 2016

Gatos - e sua relação com dinheiro.

Quando alguém não aceita cartão como pagamento.

Quando você dá uma olhada na sua conta no fim do mês.

22 de out. de 2016

Gatos: nas Redes Sociais revelam onde vivem seus donos.


Experimento da Universidade da Flórida reúne em um mapa global imagens geolocalizadas de felinos publicadas no Instagram e Flickr.

Por causa da popularidade dos gatos na internet, um professor da Universidade da Flórida decidiu fazer um experimento curioso. A partir de APIs (Application Programming Interface, ou interface de programação de aplicações) de serviços como Instagram, Flickr e Twitpic, o acadêmico reuniu em um mapa global fotos geolocalizadas de felinos que "entregam" onde vivem seus donos. 


15 de out. de 2016

Gatos: e sua Magia.

Vamos agora conversar um pouco sobre os “naguais”, assunto que pertence às velhas tradições do povo mexicano.

Chegam-me à memória múltiplos e extraordinários casos que merecem ser estudados. Oaxaca sempre foi um povo de místicas lendas, as quais os esoteristas deveriam conhecer.

Uma criança, quando nasce, naquela região, é devidamente relacionada com os famosos naguais. Seja de noite ou de dia, os familiares farão um círculo com cinzas ao redor da casa.

Disseram-nos que de manhã eles observam as pegadas que os animais do lugar deixaram nas cinzas. Se os rastros correspondem, por exemplo, a uma raposa montanhesa, ela será o nagual da criança. Se forem de qualquer outro animal da redondeza, será este o nagual, o Elemental, do recém-nascido.

9 de out. de 2016

Gatos: o animal ideal do século XXI.


Sagrado no Egito Antigo e perseguido na Idade Média, o gato deve assumir o posto de bicho mais popular do mundo neste século. A chave para compreender suas múltiplas faces é a ciência, afirma o biólogo britânico John Bradshaw

Gato novelo

"Gatos e cachorros apelam a diferentes partes da natureza humana. Os gatos oferecem um vislumbre da vida selvagem, enquanto os cachorros oferecem lealdade e submissão" John Bradshaw, biólogo

Em 13 de junho de 1233, o papa Gregório IX definiu o que era um gato. No documento oficial Vox in Rama, o gato preto foi descrito como "encarnação do demônio". Antes disso, no Egito Antigo, o animal tinha status de sagrado. Em um passado ainda mais longínquo, o gato foi domesticado com uma única função, caçar ratos - e esse era o motivo de mantê-lo em casa até poucas décadas atrás. Como um bicho com tantas "encarnações" na história transformou-se naquele que deve se tornar o mais popular do século XXI? "Gatos intrigam a humanidade desde que passaram a viver entre nós. A chave para compreendê-los está na ciência", afirma o biólogo John Bradshaw, pesquisador da Universidade de Bristol, na Inglaterra.

Em seu livro Cat Sense (Sentido do gato), lançado em setembro de 2013 nos Estados Unidos e inédito no Brasil, Bradshaw usa as últimas pesquisas científicas para explicar o comportamento dos bichanos e defender a tese de que eles são os companheiros ideais para o homem da atualidade.

Ainda existem mais cachorros do que gatos no mundo: são 335 e 260 milhões, respectivamente, segundo a consultoria de mercado internacional Euromonitor, em uma estatística de 53 países. Mas a população felina cresce mais do que a canina e, em nações como Estados Unidos, França e Alemanha, já é maioria. No Brasil, de acordo com a Associação Brasileira de Indústria de Produtos para Animais (Abinpet), vivem 37 milhões de cachorros e 21 milhões de gatos. Na proporção em que aumentam nos últimos anos - duas vezes mais do que os cães - os bichanos devem assumir a dianteira do ranking daqui a dez anos, segundo a Abinpet.

Popular, mas selvagem - Cada vez mais numerosos como bichos de estimação, os gatos permanecem essencialmente selvagens. Estão dentro de nossas casas, mas continuam com as quatro patas fincadas nas florestas onde seu ancestral, o Felix silvestris, caçava - e ainda caça - pequenos animais, sozinho e livremente. ​

O motivo pelo qual gatos não são leais e obedientes como os cachorros é evolutivo. Domesticados há cerca de 11 000 anos, na Europa, os cães foram sendo moldados pelos homem. Aqueles que exibiam características mais úteis ao convívio humano - capacidade de caçar, pastorear rebanhos, defender territórios, fazer companhia - foram acolhidos, passaram sua herança genética adiante e são os ancestrais dos que conhecemos atualmente. Já os gatos começaram a morar dentro de casa há cerca de 4 000 anos, no Egito - embora convivam com o homem há aproximadamente 10 000 anos.

Bradshaw diferencia gatos totalmente domesticados - aqueles que têm a reprodução controlada pelos humanos, como os com pedigree, minoritários - dos de rua, que se reproduzem sozinhos e têm o comportamento semelhante aos selvagens. Nas próximas décadas, com a intervenção humana na criação de novas raças adaptadas à vida doméstica contemporânea, os gatos provavelmente abandonarão algumas de seus traços selvagens. "Os gatos foram domesticados pela única razão de controlar o número de ratos. Interessava manter o seu comportamento selvagem", disse Bradshaw ao site de VEJA. "Hoje eles são principalmente um animal de estimação, e acredito que ainda neste século seu processo de domesticação será completado."

A convivência entre gatos e humanos na história:



Um bom caçador:

Há 10 000 anos, quando surgiu a agricultura, os humanos que começaram a armazenar grãos, que atraíram ratos. Predadores naturais dos roedores, os gatos selvagens se aproximaram dos acampamentos e foram a melhor forma de controlar a praga. A primeira evidência da relação mais próxima entre homens e gatos veio em 2001, quando uma equipe de arqueólogos do Museu de História Natural de Paris descobriu no Chipre um esqueleto de gato (semelhante ao gato selvagem africano, à dir.), enterrado há 9 500 anos em um túmulo perto ao de um humano. O enterro em locais próximos sugere que a relação entre os dois era estreita. Ainda levaria milênios, no entanto, para os gatos serem considerados animais de estimação. 



Primeiros gatos de estimação

Gatos se tornaram animais de estimação provavelmente no Egito, há cerca de 4 000 anos. Nessa época, pinturas e uma série de hieróglifos – chamados "Miw" – foram criadas para representar gatos domésticos. Pouco depois, "Miw" foi adotado como nome para mulheres, indicando que o gato estava integrado à sociedade egípcia. Enterros de gatos com seus donos começaram a ser frequentes, no Egito, há cerca de 3 000 anos. 

Gatos divinos

Os nobres egípcios tinham muito apreço por seus bichanos. Quando a gata Osiris, do filho mais velho do faraó Amenhotep III, morreu, seu dono mandou embalsamá-la e ordenou que fosse feito um sarcófago especial para ela. Múmias de gatos eram frequentes, não só como maneira de assegurar a vida após a morte de bichanos especiais, mas também como oferendas a deuses-gato, como a divindade Bastet, que tem a cabeça de um gato e é associada à fertilidade e à sexualidade feminina. A produção dessas múmias sagradas transformou-se uma indústria no Egito Antigo há 2 400 anos e algumas das técnicas de mumificação eram as mesmas utilizadas em corpos humanos. 


Adoração felina

Por serem associados a deuses, os gatos se tornaram sagrados no Egito Antigo, homenageados com estátuas e sarcófagos. O grego Heródoto conta em seu livro "Histórias" que, há cerca de 2 600 anos, quando um gato morria de morte natural, todos os membros da casa raspavam suas sobrancelhas em sinal de respeito. Os relatos do romano Diodorus Siculus mostram que, quando o Egito passou a ser parte do Império Romano, a população era capaz de linchar qualquer pessoa que tivesse matado um gato – acidentalmente ou não. 


Gatos em rituais pagãos

A adoração a divindades como a egípcia Bastet (em escultura, na foto) ou a romana Diana, ligadas a gatos, eram rituais pagãos populares no sul da Europa entre os séculos II a VI. Na cidade de Ypres, na Bélgica, as cerimônias dedicadas aos gatos foram banidas apenas no ano de 962 e, em algumas cidades italianas o culto à deusa Diana perdurou até o século XVI. Identificados a essas cerimônias, os gatos logo se tornaram símbolo de superstição. Uma tradição celta mandava enterrar gatos em casas ou campos de cereais para trazer boa sorte. Algumas cidades europeias tinham o costume de colocar vários gatos em uma cesta e suspendê-los sobre uma fogueira: os miados serviriam para espantar maus espíritos. 


Gatos pretos banidos da Europa

Em 391, o imperador Teodósio I baniu na Europa todos os rituais pagãos e, em 13 de junho de 1233, o papa Gregório IX publicou uma bula papal em que relacionava os gatos pretos ao demônio. Pelos próximos 300 anos, milhares de gatos foram torturados e mortos – junto a suas proprietárias, acusadas de bruxaria.



Peste negra, culpa dos bichanos?

A perseguição dos gatos na Europa pode ser relacionada à peste negra que matou um terço da população europeia entre 1340 e 1350. A doença, transmitida pelas pulgas dos ratos, também matou um número considerável de gatos. O último surto da peste aconteceu em Londres, entre os anos de 1665 e 1666 e, dessa vez, os gatos foram culpados. O governo britânico mandou matar 200 000 animais.


O melhor amigo das mulheres

Na metade do século XVIII, os gatos voltam a ser considerados bons animais de estimação. Luís XV permitia gatos na corte e os animais começaram a aparecer em pinturas, ao lado das nobres francesas. Na Inglaterra, no fim do século XIX, a rainha Vitória mantinha seus gatos sempre próximos a ela e o escritor americano Mark Twain adorava o bichano, afirmando que "se um homem ama gatos, sou seu amigo e camarada, sem precisar de nenhuma outra informação". 



O animal do século XXI

O gato é o animal de estimação mais numeroso em países ricos como Estados Unidos, França e Alemanha. No Brasil, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet), há 21 milhões de gatos, 16,3% a mais que em 2010, quando o número era de 18 milhões. No mesmo período, a população de cães cresceu 8,1% – passou de 34 milhões para 37 milhões. A associação estima que, em dez anos, a população de gatos seja maior do que a de cães. 

É desejo recente querer que eles sejam apenas companhia e não matem os animais que entram pela janela. Até os anos 1980, muitos gatos domésticos ainda precisavam caçar para manter a dieta balanceada. Somente nessa época pesquisas científicas revelaram que gatos têm imperativos nutricionais diferentes dos cães - enquanto os cachorros são onívoros (consomem animais e vegetais), os felinos são exclusivamente carnívoros. Hoje, a indústria oferece alimentos que os deixam realmente satisfeitos - um passo essencial para que o impulso de caçar, que supre com a carne fresca de passarinhos ou roedores necessidades alimentares, possa ser controlado.

Paixão por felinos - A explicação para o amor crescente dos homens pelos gatos pode estar em uma característica inerente à espécie. "Eles despertam em nosso cérebro um instinto de cuidado. Os traços mais óbvios que provocam esse fenômeno são o rosto redondo, a testa larga e os grandes olhos, que nos recordam um bebê humano", afirma Bradshaw.

Talvez seja por isso que, historicamente, gatos estão relacionados a mulheres e homens, a cães. Pinturas egípcias feitas há 3 300 anos mostram gatos sentados embaixo da cadeira de suas donas, enquanto cachorros estão sob o assento do homem da casa. Em Roma, a preferência era a mesma e, por séculos, os animais foram relacionados a divindades como as deusas Bastet, no Egito, Artemis, na Grécia e Diana, em Roma. Na Idade Média, especialmente depois da bula papal de 1233, a associação com gatos deixou de ser positiva: foram muitas as donas de gatos queimadas como bruxas.

Essa adoração e perseguição ao longo dos séculos moldaram o comportamento e a biologia do animal, até chegar aos bichanos que hoje se enroscam nas pernas de seu dono quando estão felizes. "Os gatos são mais bem ajustados à vida moderna do que os cães. Eles não precisam ser levados para passear, podem ser deixados sozinhos por longos períodos e precisam de menos espaço", diz o biólogo.

Fonte: Revista Veja.


10 de set. de 2016

Gatos: Felinos e seu jeito de ser...


Quem não se relaciona bem com o próprio inconsciente não topa o gato. Ele aparece, então, como ameaça, porque representa essa relação precária do homem com o (próprio) mistério. O gato não se relaciona com a aparência do homem. Ele vê além, por dentro e pelo avesso. Relaciona-se com a essência. Se o gesto de carinho é medroso ou substitui inaceitáveis (mas existentes) impulsos secretos de agressão, o gato sabe. E se defende do afago. 

A relação dele é com o que está oculto, guardado e nem nós queremos, sabemos ou podemos ver. Por isso, quando surge nele um ato de entrega, de subida no colo ou manifestação de afeto, é algo muito verdadeiro, que não pode ser desdenhado.É um gesto de confiança que honra quem o recebe, pois significa um julgamento. O homem não sabe ver o gato, mas o gato sabe ver o homem. Se há desarmonia real ou latente, o gato sente. Se há solidão, ele sabe e atenua como pode, ele que enfrenta a própria solidão de maneira muito mais valente que nós. Nada diz, não reclama. Afasta-se. 

24 de jul. de 2016

Gatos: O poder na cura das doenças.


A LINGUAGEM DO CORPO é a psicologia da correlação mente/corpo, ou seja, o corpo é reflexo da mente.

No Antigo Egito, na Antiga Índia, Tibete, China e Indonésia, esse conhecimento era empírico e passava-se de pai para filho e todos os médicos sacerdotes faziam diagnósticos através dessa correlação. Devido às guerras políticas e religiosas, esse conhecimento foi escondido em templos e em antigas bibliotecas como: Alexandria no Egito, Vaticano e Grécia e somente os Sacerdotes podiam se utilizar secretamente dessa linguagem e de forma velada.

Hoje, a medicina psicossomática se atreveu a recolocar a “mente no corpo” e apontar algumas emoções negativas que causam distúrbios orgânicos. Mas, a Linguagem do Corpo, por não se afiliar a nenhum dogma, tem respostas mais profundas por não ter medo da “inquisição”. Somos uma ciência que médicos, psicólogos e até advogados se utilizam, porém com discrição para não serem “atacados” pela “ciência materialista e cética”.


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