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21.1.22

As guerreiras amazonas da mitologia grega de fato existiram?

Por Damares Alves
Guerreiras Amazonas







As guerreiras amazonas, uma sociedade compostas somente por mulheres que guerreiras e caçadoras, que se equiparavam ao homem em agilidade e força física, arco e flecha, habilidades de equitação e artes de combate, citadas na mitologia grega realmente existiram? Ou são fictícios, assim como os outros mitos gregos?


As grandes guerreiras amazonas são retratadas em uma série de poemas épicos e lendas antigas, como os Trabalhos de Hércules, a Argonáutica e a Ilíada.

As guerreiras amazonas.


A sociedade das guerreiras amazonas era quase totalmente fechada para os homens, com exceção de encontros para fins reprodutivos.

Heródoto, um grande historiador do século V AEC, “pai da história”, como é conhecido, afirma em seus escritos ter localizado a capital amazônica como Themiscyra, uma cidade fortificada às margens do rio Thermodon perto da costa do Mar Negro, no que hoje é o norte da Turquia. As mulheres dividiam seu tempo entre expedições de pilhagem até lugares distantes como a Pérsia e, mais perto de casa, fundando cidades famosas como Esmirna, Éfeso, Sinope e Pafos. A procriação limitava-se a um evento anual com uma tribo vizinha. Os meninos eram mandados de volta para os pais, enquanto as meninas eram treinadas para se tornarem guerreiras.


Corajosas e ferozmente independentes, as amazonas, eram comandadas por sua rainha e empreendiam regularmente extensas expedições militares aos confins do mundo.

Para os gregos antigos, não havia duvidas: as guerreiras amazonas existiam ou existiram em alguma época. Entretanto, os historiadores sempre acreditaram que as amazonas documentadas pela primeira vez pelo poeta Homero no século VIII AEC, eram pura fantasia. Até que em 1990, os arqueólogos começaram a identificar esqueletos femininos antigos enterrados em túmulos de guerreiros.


Uma amazona armada e com capacete, seu escudo decora uma cabeça de Górgona. (Domínio Público)

Muitos dos restos mortais femininos encontrados tinham ferimentos de combate, como pontas de flechas embutidas nos ossos. Muitos dos esqueletos eram enterrados com armas que combinavam com as utilizadas pelas amazonas em obras de arte gregas antigas.


“Graças à arqueologia, agora sabemos que os mitos amazônicos, antes considerados fantasia, contêm detalhes precisos sobre as mulheres nômades das estepes, que foram as contrapartes históricas das míticas amazonas”, disse o prefeito, que também é autor de ” As amazonas: vidas e Legends of Warrior Women Across the Ancient World“(Princeton University Press, 2014), disse ao Live Science.
Povos Citas

Os esqueletos pertenciam à guerreiras citas, um antigo povo nômade mestre da equitação e do arco e flecha. Eles viveram no que hoje é o sul da Sibéria, conforme a revista Foreign Affairs.

Os povos citas eram muito conhecidos como guerreiros vorazes, com grande apreço por tatuagens e vinho.



O ombro da princesa Ukok, uma princesa cita encontrada na Sibéria. (The Siberian Times)

Segundo o Museu Britânico, os citas não eram exclusivamente mulheres, como no mito grego das guerreiras amazonas; eles simplesmente incluíam mulheres que viviam como os homens. Era natural que algumas mulheres citas, não todas, se juntassem aos homens na caça e na batalha. Mulheres guerreiras ativas de 10 a 45 anos foram encontradas em muitos cemitérios citas.
Mulheres guerreiras na história

Os citas não eram o único povo a ter mulheres participando da guerra e da caça, bem como os gregos não eram os únicos a contar histórias sobre mulheres guerreiras.

Haviam muitas histórias emocionantes, algumas reais, outras fictícias, sobre mulheres parecidas com as amazonas da Roma antiga, no Egito, Norte da África, Arábia, Mesopotâmia, Pérsia, Ásia Central, Índia e China. E em muitas culturas era normal que mulheres fossem à guerra. Estas cultura vão desde o Vietnã às terras Viking e na África e nas Américas.

Um grande exemplo está no rio Amazonas, que percorre 3.165 quilômetros do território brasileiro. Segundo a Enciclopédia Britânica o soldado espanhol Francisco de Orellana, batizou o rio com este nome após relatar batalhas ferozes com tribos de guerreiras, a quem comparou ele com amazonas da mitologia grega.



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