27 de abr. de 2018

Chakras, Vórtices e Energias - Parte 5

bloqueio1Bloqueios Energéticos: Um sério perigo parao corpo sutil - Todo organismo vivo mobiliza, metaboliza e/ou libera certo tipo e modalidade de energética, pelo menos dentro da faixa eletromagnética ou  etérica. Dessa forma, os seres humanos, com suas ações, emoções e pensamentos, impregnam o meio ambiente em que estão com as já comentadas  vibrações, cuja freqüência e forma de onda são função direta das causas que lhes dão origem, cada uma em seu nível correspondente. O mesmo  acontece com o mundo animal e, por extensão, e com o mesmo critério, os reinos vegetal e mineral. Nesta página faz-se um estudo e análise das energias ambientais encontradas em lugares típicos onde o ser humano é o fator primordial para sua geração, metabolização ou liberação. Como já se indicou, por meio dos vórtices (chacras) se produzem transferências energéticas com o plano homólogo; as energias se deslocam através do éter e podem, ...

em sua mobilização, trasladar-se, unir-se, desagregar-se, transformar-se ou transmutar-se, ao agir e reagir frente a outra ou outras classes de energia.
Essas energias ambientais podem assumir variadas formas, sendo as mais comuns as que se constituem como cúmulos, vórtices ou larvas. As tonalidades dessas energias são também variáveis, de acordo com seu nível víbracional, e existe uma certa correspondência quanto à forma cor. As energias de baixo valor vibracional assumem formas mais flutuantes - amorfas, com tendência ao tipo' "larva".
Num lugar ou recinto determinado onde repetidamente se cultiva ou pratica uma certa atividade, acentua-se quantitativamente a energia ambiental existente; se nesse lugar ou recinto são muitos os indivíduos que realizam a mesma coisa, ou que se encontram no mesmo estado ou atitude, tais características energéticas se exaltam de forma multiplicada.


Cada lugar tem a sua energética particular


As energias ambientais são tão evidentes - mesmo para os que, comumente, não têm sensitividade - que se estima que todo ser, pelo menos uma ou algumas vezes, terá percebido de forma espontânea sensações diferentes, características, particulares, ao penetrar em algum meio ambiente dentre os tantos possíveis de se enumerar. Poder-se-ia falar de uma "psicologia energética", para não dar lugar a. confusões.


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Destaca-se que essa energética nada tem a ver com a forma, as cores ou a disposição do lugar ou recinto, e nem tampouco com os sons, luzes ou vapores, pois embora todas estas sejam também modalidades energéticas dado que são derivações, objetiva-se aqui assinalar a sua causa, relacionada sobretudo com a atividade ou participação humana.
Assim, prescindindo dos fatores acima citados, podem-se verificar particularidades energéticas marcantes, por exemplo, em hospitais, escolas, oficinas, escritórios, ateliês, consultórios, bancos, comitês políticos, delegacias policiais, lugares de práticas religiosas, casernas militares, etc. Cada lugar ou ambiente frequentado por um número relativamente grande de pessoas que se dedicam ou se ocupam de uma mesma coisa é potencializado energeticamente. Pode-se mencionar, de passagem, como sendo uma derivação às vezes inconsciente disso, a fé que fiéis de diferentes cultos ou religiões depositam em santuários, ermidas, sinagogas, etc., muito antigas e muito visitadas.
Seria excessivamente longo realizar um elenco das características energéticas de um grande número de ambientes. Mas, de qualquer forma, far-se-á uma análise genérica de alguns exemplos úteis.

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Influências no campo energético humano - metabolização:
Como é possível verificar com todo e qualquer fenômeno do campo físico comum (magnetismo, eletromagnetismo, ações entre campos, radio ondas, etc.), toda energia, ao tomar contato ou incursionar no campo de outra, produz ações ou reações, transformações, ou qualquer outro fenômeno. Transportando isso para o campo das energias humanas, é cabível conceituar conseqüências análogas; as observações pessoais de Livio Vinardi, nesse sentido, não deixam margem a dúvidas; contudo, a inserção destes parágrafos visa ao aporte dos maiores argumentos possíveis, e também a estimular pesquisas científicas melhor encaminhadas do que as atuais, exercidas pela já decadente ciência positivista e pela psicologia encefalocêntrica.
As energias ambientais podem influir no ser humano em sua energética etérica ou  na perietérica (combustível), mas não chegam a influir na energética egóica(astral inferno).
Essas energias ambientais, ao tornar contato com as humanas, efetuam uma transferência, como já foi oito, que depende fundamentalmente das frequências de ambas as partes; como a freqüência é fator direto do valor quântico da energia, o potencial será tanto mais elevado quanto maior for a freqüência ou vibração da energia considerada.
Quando se encontram dois cúmulos ou estruturas energéticas de distinto valor vibracional, a de valor mais alto comunicará à de valor mais baixo certa quantidade de energia. O mesmo acontece na física calorimétrica: estando em contato dois corpos que possuem diferentes temperaturas, o que possui maior valor cede ao que possuí menor valor.
Em termos de energéticahumana e ambiental, se em cúmulo ou larva  ambiental tomar contato com o corpo etérico de um indivíduo, e este último possuir maior valor vibracional ou energética quântica  ele cederá certa energia ao cúmulo; se o cúmulo ou larva ambiental sentido de giro oposto ao do etérico humano, a sua aderência ao mesmo resultará facilitada; se ambos, porém, possuírem o mesmo sentido de giro das partículas, a transferência se fará por fricção, e em seguida se produzirá a natural repulsão, por serem do mesmo giro. Mas se o cumulo ou larva é de maior potencial, - ele entregará   energia ao corpo etérico humano, mas pode também chegar a alojar-se no mesmo, e a impor-lhe uma modalidade funcional, por estar mais potencializado. Este é um caso muito menos freqüente, e será examinado no final desta página (bloqueios dirigidos).


A criança tem uma proteção natural


O ser humano, idealmente, deveria se desenvolver num meio energético limpo; mas, lamentavelmente, isso resulta praticamente impossível na vida comum, sobretudo na época presente nas grandes cidades. Todos os pensamentos, ações, emoções, intenções, angústias, frustrações, alegrias, etc., representam energias ambientais; mas, nestes casos, são muito mais numerosas e intensas as negativas do que as positivas.
Na criança, quanto mais nova e inconsciente for, menos influirão as energias ambientais, mesmo que sejam negativas: como a criança em momento algum se identifica com elas, tais energias, praticamente, "passam ao largo"; caso exista alguma fixação, ela se desprende durante as horas de sono. Isto não significa, é claro, que a criança esteja totalmente imune às influências ambientais. Sejam elas positivas ou negativas, a reiteração energética ambiental determinará efeitos no etérico e no períetérico da criatura.
É no adolescente que se tem o quadro mais perigoso. Trata-se de uma idade na qual o indivíduo mais facilmente se precipita numa série de "pensamentos e emoções  freqüentemente não-exatos e, pelas tendências extremas de aceitação ou repulsa, pode chegar a absorver e a metabolizar componentes ambientais que o condicionarão na idade adulta.
No adulto, o quadro não é tão sério como no adolescente, porque suas energias estão, para fornecer um termo apropriado, mais "estabilizadas".
De qualquer modo, todos os seres podem influir ou sofrer influência, seja em relação a energias ambientais, seja em relação às energias de outros seres, por sua vida de inter relação.
Existem diferenças quanto ao grau ou intensidade com que uma energia arnbientaI pode atuar com a energética humana. Uma maneira de se ilustrar isso é fazendo uma descrição analógica, a saber: o ideal seria que todos vestissem roupas perfeitamente limpas, isto é, sem nenhuma partícula de pó ou sujeira. Mas isso é difícil de manter, sobretudo se a pessoa deve mover-se em diferentes ambientes, viajar em meios de transporte, sentar-se em vários lugares, encostar-se, etc. É provável que, por iodos esses contatos, somados à poluição do ar com gases de escapamentos, etc., produzam-se depósitos de pó, de sujeira e até alguma discreta mancha na roupa. Se o tecido tiver boa forma, for bem cuidado, praticamente não deixará passarem as partículas de sujeira, e algumas até se desprenderão por si mesmas; não afetarão o aspecto nem a presença do ser. Mas se não há cuidado, se se deixa que tudo se suje e, pior ainda, se deliberadamente entra-se em contato com objetos e lugares que são focos de sujeira, as vestimentas serão trespassadas e as partículas ou manchas se fixarão. Será necessário, então, proceder-se a uma lavagem ou "higiene", que deverá ser executada por um "tintureiro" que possa observar e classificar as distintas manchas e tratá-las de acordo com a sua natureza e grau para deixar, finalmente, a roupa limpa.
Para finalizar, o ideal seria que o "tintureiro" aconselhasse o usuário sobre o melhor modo de utilizar seus pertences, já que as manchas produzidas por agentes agressivos podem chegar a arruína-los definitivamente; mas, é claro, nisso tudo cabe sempre ao usuário dar a última palavra ou decisão.
Na alegoria precedente, a vestimenta seria o corpo etérico ou o perietérico, onde podem-se fixar as energias ambientais.
Se tais energias atuam simplesmente como o pó depositado, ou seja, como sujeira não penetrada, a energia ambiental não imporá influência marcante ou aguda sobre a conduta ou o desenvolvimento do indivíduo (a não ser que o contato seja demasiado prolongado); isso é uma razão a mais para que se procure sempre viver num ambiente energeticamente sadio.
Se, ao contrário, as energias ambientais atuem impregnando, manchando ou penetrando e até deteriorando a roupa, elas se constituirão num bloqueio. Da mesma forma que uma mancha, ele não desaparecerá simplesmente por fricção, mas será preciso um tratamento mais ou menos específico e mais ou menos simples ou complicado. Ás vezes, desgraçadamente, o dano é irreparável, dependendo em primeira instância da detecção, observação e apreciação devidas.


OS TRÊS TIPOS DE BLOQUEIOS ENERGÉTICOS:


Como já se mencionou, os bloqueios são energias que operam impropriamente e que já alcançaram, em sua manifestação, o nível de penetração, seja dentro do campo energético etérico ou do perietérico humano.
Dentro dos possíveis campos afetados, é .. mais comum o bloqueio no campo perietérico (combustível), por um lado pela sua consistência mais propícia às aderências, e por outro lado pelo seu sentido de giro horário ou destrógiro, que é o sentido de giro mais comum das energias bloqueantes. Os bloqueios em zonas do corpo etérico são menos freqüentes, mas, em compensação, muito mais sérios. O caso mais grave é o bloqueio, mesmo parcial, de uma vórtice magno, de suas zonas perivorticianas, e' da penetração do bloqueio nas primeiras espirais .íntravorticianas.
Os bloqueios energéticos podem ser de três tipos:
autogerados, externos e dirigidos.
Bloqueios autogerados: São os produzidos pelo próprio ser, por confundir realidades com fantasias, criando atmosferas ou mundos ímpossíveis ou impróprios, os quais determinam em seus diversos campos e vórtices, a criação de circuitos energéticos que se comportam e produzem resultados análogos li suas causas. Estes bloqueios  autogerados também ocorrem por causa de uma atitude mal encaminhada, que se transforma. em seguida num mecanismo, à força de retenção.
Bloqueios externos: São os provenientes de energias ambientais, externas' ao ser, que se fixam ou penetram de forma inconsciente; isso acontece porque as  condições do indivíduo o permitem, tanto pelo seu estado de desequilíbrio como por sua conduta.
Bloqueios dirigidos: São os provenientes do exterior, e especificamente orientados para penetrar em alguma ou algumas zonas do campo energético de determinado indivíduo; o direcionamento comporta e evidencia li intervenção consciente e mais ou menos inteligente de quem produz ou tenta produzir esse tipo de bloqueio.
Para um mesmo grau de intensidade ou nível energético, o bloqueio dirigido pode chegar a ser o mais complicado de eliminar. Mas, quase sempre, o mais lento e difícil de sanar é o bloqueio do tipo autogerado. Os bloqueios externos são, via de regra, os mais simples de sanar.
Todas as menções feitas acima são dadas em termos gerais, já que se devem se também levar em consideração as zonas particulares do bloqueio, suas ramificações, etc. A catarse desses bloqueios, no nível que se está exemplificando, refere-se fundamentalmente à operação harmônica por via de energia do mesmo plano.

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Alguns exemplos de bloqueios


Figura 1-A: Opacidade de forma alargada, penetrando sobre a zona laríngea; trata-se de um bloqueio externo, típico de energias ambientais que impõem idéias, ou autoridade, ou que impedem a livre expressão do indivíduo. Seus efeitos se traduzem em inibições frente a certas pessoas ou situações, e também em dificuldades respiratórias, sensações opressivas momentâneas, etc.
Na Figura 2 tem-se o mesmo tipo de bloqueio, porém mais severo, e que, embora não seja dirigido, já assume o nível de imposição autoritária de um outro ser em relação a quem o sofre.
Figura 1-E: Bloqueio sobre a zona do plexo solar, no nível do vórtice solar externo e zonas próximas, no campo perietérico. Opacidade externa típica de ambientes hospitalares. Traduz-se geralmente numa absorção de energia, ou drenagem da mesma, a que pode somarse, paradoxalmente, uma dificuldade do indivíduo afetado em absorver energia natural por meio desse vórtice.
Figura 3: Opacidade bloqueante no nível das camadas internas do corpo etérico. No exemplo verifica-se o desprendimento do ápice do vórtice coronário de seu receptáculo natural, que é a glândula pinea!. O ápice do vórtice nesse caso toma contatos esporádicos, e a consciência do indivíduo afetado flutua conforme os conteúdos ambientais que coexistam ou se alternem, tomando lugar sobre a ci.tada glândula, transferindo-lhe energia. O quadro resultante se assemelha, conforme o grau, ao das esquizofrenias, fobias, etc. Pode tratar-se de um bloqueio externo ou de um bloqueio dirigido.
Figura 4: Larvas ou "cascões", relacionados com ambientes ou objetos velhos ou antigos; produzem em pessoas sensitivas certas reações ou influências prevalentemente sobre o vórtice cardíaco, comunicando imagens fantasmagóricas e até mesmo certas "percepções", tais como o soar de campainhas, rangidos, passos, ruídos de correntes, etc. Trata-se, em caso de fixação, de um bloqueio externo, que pode chegar a complicar-se se a pessoa afetada se identifica com as situações que experimenta.
Figura 5: Representa a energia do vórtice cardíaco que se projeta bloqueando o vórtice laríngeo. Caso típico de autobloqueio, sobretudo nos seres de estrutura "natural", pelo caminho de seus circuitos do campo superior, e com maior freqüência naqueles que possuam valores relativamente altos. Significa que, quando o indivíduo quer explicar algo por meio da palavra, muito facilmente confunde ou transmite impropriamente o que quer expor. Este autobloqueio é comumente acompanhado de inflexões vocais vacilantes e de energias expulsadas pelos vórtices dos ombros e dos ouvidos, no mesmo sentido em que se dá o bloqueio.
Figura 5: Opacidade aderida sobre a zona hepática. Está relacionada com os vórtices hepáticos aferente e eferente, embora mais no nível perietérico (combustível). É também um bloqueio externo típico de hospitais.
Figura 5: Opacidade sobre a zona do vórtice sacro. Trata-se de um bloqueio externo próprio de pessoas que freqüentam ambientes de psicologia erótica e pornográfica (casa de encontros, de strip-teases, prostíbulos, etc.)


O bloqueio dirigido pode enlouquecer


Figura 6: Um caso de deslocamento da energia perietérica. Trata-se de um tipo particular de bloqueio, e sua etiologia é variada. As zonas desprotegidas ficam sem "combustível", e os vórtices devem orientar-se de forma anômala 'para continuar tomando-a. Na ilustração, está desprotegida a zona do ombro e do braço esquerdo da figura; o vórtice cardíaco se orienta com sua boca para o lugar onde ainda resta energia perietérica. Tal configuração produz sintomas e quadros muito variados, conforme o grau e a mobilização da energética deslocada.
Figura 7: Caso típico de um bloqueio dirigido. Apresentado na forma de larva que vai crescendo com o apoio e alimentação do plano energético terra, e que vai penetrando no campo perietérico, sempre com sentido ascendente. No exemplo, o bloqueio foi ascendendo sucessivamente, até interessar o vórtice do ombro direito, com a conseqüente diminuição da efetividade desse braço, e em seguida até a zona cerebral, o que geralmente é acompanhado pela diminuição da audição (sempre em relação ao desenho) do ouvido direito, menor visão do olho direito, aumento na queda de cabelos do lado direito, etc.
Esse tipo de bloqueio se caracteriza pela sua forma larval e sua tendência envolvente; a ilustração da figura exemplifica um caso avançado e já sério sua progressão se daria pelo alargamento até cobrir totalmente a zona craniana, caso em que poderia ocorrer a mesma situação descrita em relação à Figura 3.
Para finalizar, Livio Vinardi esclarece que, como norma, convém se observar uma conduta e padrão de vida vibracional sadios para afastar as influências bloqueantes, sejam elas simplesmente externas inconscientes ou dirigidas. Se o potencial vibracional do vórtice mais débil do indivíduo é superior ao potencial vibracional da energia bloqueante, não poderá existir nenhum bloqueio. Aconselha-se também precaver-se de influências ambientais desarmônicas por meio da elevação do "índice energético vibracional" com o uso de defumadores de sândalo, incensos, etc., segundo convenha à tônica que se queira impor ao ambiente ou recinto.
Além destas indicações, sugere-se não incursionar sem os devidos meios na "manipulação" de vórtices, pois isso pode até dar origem a bloqueios interpessoais (uma espécie de "siamesismo" energético) entre paciente e "manipulador", que se transformam em "hetero-bloqueados" .
Enquanto não forem melhor desenvolvidos aparelhos que permitam observar ou medir as ,gamas de longitudes de onda de energéticas ambientais (que são, geralmente, de baixo valor vibracional), os agentes sanadores mais idôneos - sempre a critério de Vinardi são a cromo energética e a sono energética, ou então a energética catártica humana devidamente desenvolvida e dirigida.

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Na figura acima, um corte para demonstrar o que acontece:
a) Opacidade: Trata-se de uma energia ambiental ou resíduos não devidamente expulsos, aderidos na superfície do perietérico, muito comum nos seres que habitam em zonas congestionadas, das cidades grandes. Não altera na espiritualidade e seu desenvolvimento.
b) Bloqueio e Nível Perietérico: Neste caso se difere das energias ambientais porque houve uma penetração, um alojamento, um pouco mais difícil de ser expulso. Porém ainda é um alojamento periférico que não provoca disfunções orgânicas.
c) Bloqueio a Nível Etérico: Neste caso as energias espúrias já transpassaram o perietérico e invadiram o etérico atuando em maior profundidade. Podem afetar vórtices médios ou grandes. Já nestes casos manifestam-se manchas na pele, irritação, inchaço, pele descolorida ou desvitalizada, etc.
d) Bloqueio Muito Severo: Neste caso existe um afetamento num Vórtice Magno, neste caso o vórtice é preciso ter cuidados, pois um Vórtice Magno é de fundamental importância para manter o indivíduo vivo, porém por mais severo que seja, o Vórtice Magno dificilmente fica 100% bloqueado.


KUNDALINI - PONTE DA CONSCIENTIZAÇÃO


ETIMOLOGIA - Na etmologia, Kunda em sancristo quer dizer Curva, forma circular, energia vital de natureza Sexual.
Situado na base da coluna Vertebral, está presa na base da coluna enroscada como uma serpente (figura ao lado), mas pode despertar subindo pela coluna vertebral até os chakras superiores (Coronário e Frontal), bem como alimentando todos os chakras ao longo da coluna vertebral.
Essas ondas curvas que se deslocam ao longa da coluna vertebral, que vão serpenteando, entrelaçando-se com cruzamentos em distintos pontos relacionados com a coluna vertebral (figura 2).
O QUE É KUNDALINI? A palavra sânscrita tem sido traduzida de várias maneiras:
KUND – Que significa "Queimar" este é o significado essencial pois a Kundalini é fogo em seu sentido de abrasamento.
KUNDA – Que significa "Orifício ou Cavidade" Isso nos dá uma idéia do recipiente onde o fogo arde.
KUNDALA – Que significa "Bobina Espiral ou Anel" Temos aqui uma noção do modo pelo qual o fogo atua e se desenvolve.

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Kundalini deriva de uma palavra em sânscrito que significa, literalmente, enroscar-se como uma cobra. O símbolo do caduceu é considerado como uma antiga representação simbólica da fisiologia da kundalini. O conceito de kundalini é originário da filosofia ioga e refere-se à parição da inteligência possível de ocorrer por meio do "despertar" ioga e pelo amadurecimento espiritual (Sovatsky, 1998). ...
pt.wikipedia.org/wiki/Kundalini
Kundalini - Lit. "serpente do poder". É a energia espiritual que permanece adormecida na base da coluna vertebral de todos os seres humanos. Quando desperta no aspirante espiritual e passa através dos centros de consciência (chakras) no canal central da espinha, essa energia manifesta-se em experiências místicas e vários graus de iluminação (ver chakras).
www.vedanta.org.br/Portugues/Glossario.htm
(sânscrito: enroscada) - Energia da Terra, potencialmente divina, que adormece no chakra básico, podendo ser ativada por determinados processos. A ativação da mesma libera poderes para-normais, e traz a consciência de volta à ciência de ser Deus e estar em Deus, em um êxtase denominado samadhi.

COLUNA VERTEBRAL


05.8.2.1 - Organização da coluna:
Uma sucessão de ossos, conhecidos como vértebras, constituem a coluna. As vértebras protegem a medula espinhal, uma estrutura longa e frágil situada no canal interior da coluna vertebral. Entre as vértebras encontram-se discos compostos por cartilagem que servem de amortecedores da coluna vertebral. Da medula espinhal e por entre as vértebras saem dois cordões de nervos, denominados nervos espinhais. Estes cordões contêm as fibras dos nervos motores e sensitivos, que permitem a comunicação da medula espinhal e do cérebro com o resto do organismo. Embora a medula espinhal se estenda ao longo de três quartos da coluna vertebral, alguns nervos chegam mais além. Estes cordões nervosos são conhecidos como a cauda equina pela sua semelhança com ela.
05.8.2.2 - NERVOS:
O sistema nervoso compõe-se de mais de 10 000 milhões de neurónios que percorrem todo o organismo e estabelecem a interconexão entre o cérebro e o corpo e, às vezes, ligam-se entre si. A célula nervosa, chamada neurónio, compõe-se do corpo celular e de um só prolongamento alongado (axónio) para a transmissão de mensagens. Os neurónios têm muitas ramificações (dendrite) que captam a informação.
Normalmente os nervos transmitem as suas mensagens por impulsos eléctricos numa só direcção. O axónio do neurónio liga-se com a dendrite do neurónio contíguo. O axónio que conduz a mensagem liberta uma pequena quantidade de substâncias químicas, denominadas neurotransmissores, no ponto de contacto entre os neurónios (sinapse). Estas substâncias estimulam a dendrite do neurónio contíguo para que este inicie uma nova onda de excitação eléctrica. Diferentes tipos de nervos utilizam diferentes neurotransmissores para transmitir as mensagens pela sinapse.
Cada axónio grande está revestido por uma espécie de isolante, a bainha de mielina, cuja função é semelhante ao isolamento dos cabos eléctricos. Se se interromper o isolamento ou se este for defeituoso, a transmissão nervosa atrasa-se ou detém-se, produzindo doenças como a esclerose múltipla e a síndroma de Guillain-Barré.

O cérebro e os nervos formam um sistema de comunicação de grande complexidade que, em condições normais, enviará e receberá simultaneamente um volume considerável de informação. No entanto, o sistema é vulnerável a doenças e a lesões.

Por exemplo, a degenerescência nervosa causará a doença de Alzheimer ou a doença de Parkinson. As infecções bacterianas ou virais do cérebro ou da medula espinhal causarão uma meningite ou uma encefalite. A obstrução da irrigação sanguínea ao cérebro será a causa de um icto. Os traumatismos ou os tumores ocasionarão danos à estrutura cerebral ou medular
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TERCEIRA ORGANIZAÇÃO CEREBRAL


Estudos sobre a coluna Vertebral, dá-se a ela uma função cerebral, não a nível de encéfalo, mas devido a sua gama estrutural de feixes energéticos. Onde a ciência convencional não avança por falta de recursos tecnológicos, os clarividentes avançam em seus estudos aprofundando suas observações.

Portanto para os mestres orientais clarividentes a anatomia oculta, tem a coluna cerebral como uma organização cerebral, pelas atividades eletromagnéticas (etéricas). Nota-se que todos os Vórtices (Chakras) magnos tem sua estrutural final (talo) nascendo da coluna vertebral.  Uma modalidade muito comentada  que é a Kundalini, muito citada na literatura ioga. Diferentemente da parte física, no qual a diferença estrutural as diferenças não existem, nas estruturas energéticas existem diferenças de acordo com o grau evolutivo do ser humano.

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KUNDALINI


Kundalini: - É a energia que entra no campo energético por intermédio do chakra básico. É também chamada genericamente aqui no ocidente de energia telúrica (energia da terra) ou geoenergia. Contudo, essa definição ocidental é muito pobre. Os orientais, notadamente os hindus, tibetanos e chineses antigos (taoístas), aprofundaram-se bastante no estudo dessa energia. Ela também é chamada pelos iogues de "Shakti" (do sânscrito): a força divina aninhada na base da coluna (chakra básico). O despertar da kundalini é um processo puramente espiritual e energético em essência. Envolve a ativação dos chakras, principalmente do chakra cardíaco, que equilibra e distribui corretamente o fluxo ascendente da shakti ao longo dos nádis.


KUNDALINI AMARELA E VERMELHA


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Gophi Krishna em seu livro Kundalini, usa o termo Lua e Sol para designar duas forças, duas correntes nervosas que fluem do lado esquerdo e direito através de dois nadís ou nervos, chamados de ida e pingala.
O primeiro sendo frio, diz pálido, luminosidade da lua, o último sendo quente, igualada a irradiação do solar. Todos os sistemas ióguicos, baseiam-se na suposição que existe uma substancia extremamente sutil e imaterial que tudo penetra chamada prana. O prana é uma terminologia moderna da energia vital, que circula no corpo em duas correntes separadas no organismo humano, sendo uma com teor positivo e a outra com teor negativo, uma quente e outra fria.
Os criadores do Hatha Yoga, aceitando a existência do Prana como uma realidade concreta, tanto nos aspectos individuais como no aspecto cósmico, após experiências efetuadas por muitas gerações de sábios.
Eles acharam que adquirindo um certo grau de habilidade na concentração e no controle mental, em casos favoráveis, podiam içar através da cavidade da espinha dorsal uma poderosa irradiação, vivamente brilhante, a qual, no começo movendo-se rapidamente para dentro do cérebro por curtos períodos de tempo, estendiam a sua duração com a prática, irradiação essa que tinha os efeitos mais extraordinários com a mente, capacitando-a a elevar-se vibracionalmente a regiões superiores, muito além das experimentadas neste plano denso e bruto da matéria.
Ao canal onde passava velozmente a irradiação eles chamavam de sushumna. Erguendo-se de sua base, considerado por eles como o assento da Deusa a base da coluna (parte inferior da coluna). Ao lado de Sushumna duas correntes uma de cada lado chamadas de ida e pingala.
Já Lívio Vinardi em Biopsicoenergética,  no desenho acima figura 1, mostra a coluna vertebral com um sentido didático demonstrando claramente os espaços e a divisão bem clara: 7 cervicais; 12 Dorsais; 5 Lombares; 1 Sacra; 4 falsas coccígeas. No total 28 espaços intervertebrais além daquele que se acha sobre a primeira cervical, em cada um dos espaços intervertebrais existe um vórtice (chakra magno), tais vórtices com distintos graus de complexidade, sendo de uma ou várias camadas. Porém o grau de abertura varia de um ser para outro.
A energética Kundalini permanece mais ou menos estática na base inferior da zona relacionada com a coluna. Compreende-se dois condutos curvos ou serpenteantes, de distintas polarização (Figura 2).
No homem a energética Kundalinica se despreende dos testículos, sendo do ESQUERDO a AMARELA (IDA) e do DIREITO de cor VERMELHA (PINGALA). No caso da mulher o processo é invertido, ou seja: Ovário Esquerdo, energia solar vermelha e ovário direito energia lunar, fria, de cor amarela.


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Na primeira camada tem-se 25 cruzamentos de das energias. Na figura 3 está demonstrada a parte técnica que se utilizam por similitude no campo da física eletrônica e eletromagnética; os pontos de máximos ou "crestas" se denominam "ventres", e os pontos de transição (corte da horizontal de referência) recebem o nome de "nós". Em toda a onda existem, portanto, ventre e nós. Na figura 2 existem portanto 25 nós ou entrecruzamentos da energética Kundalini.
Em qualquer ser humano de constituição  normal , a primeira camada está dinamizada para o mínimo necessário para que se produzam as imprescindíveis funções vitais comuns. Se isso não acontece, tem-se alterações funcionais sérias.
Nos epiléticos observar-se intermitências na circulação dessas energias em alguma zona, prevalentemente na altura da cervicais ou primeiras dorsais.
Da figura 2 (1ª CAMADA), passamos para a figura 4 que é a Segunda CAMADA, donde os entrecruzamentos energéticos passa a ser de duas em duas vértebras, perfazendo um total de 13 Nós. Por apresentar menor quantidade de nós, a segunda camada oferece menor resistência a ascensão das energias.
Na terceira camada da figura 5 vê-se que o espaço passa 3 vértebras, mantendo-se a mudança de hemisfério de cada polaridade entre o ponto de partida e o ponto de chegada, já o número de Nós é de 9.
Já a Quarta Camada Etérica, possui um intervalo de quatro vértebras e um total de 7 nós. Esse número de espaçamento possui um maior caudal de mobilização, cuja curvatura de onda é mais aberta que as camadas etéricas anteriores. Isso equivale a dizer que o percurso é MAIS DIRETO.
Convém ressaltar:
1º) Ativação maior.
2º) Máxima atividade.
A energética da 1ª CAMADA, está na camada mais densa, ativa nas pessoas comuns, pois nota-se por observação criteriosa que nestas pessoas naturais, cuja preocupação seja da sua subsistência, a energia kundalini está apenas discretamente mobilizada na primeira camada etérica, a intensidade das duas correntes também não é igual, é possível notar que tais correntes se debilitam nas últimas vértebras dorsais da coluna. A partir da segunda camada, começa a diminuir o número de pessoas com estas ativadas.


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O DESPERTAR DA KUNDALINI: E OS CONDUTOS SUSHUMNA, IDA E PINGALA


De acordo com os iogues, existem dois condutos nervosos na coluna espinhal chamados IDA e PINGALA, e um canal ôco, ao qual chamam de "Sushumna;" Os gregos o chamavam de SPIEREMA, "correndo através da medula da espinha."
No final mais baixo do canal ôco está o que os iogues chamam de "Lótus da Kundalini." Eles o descrevem como uma forma triangular; dentro dele, na linguagem simbólica dos iogues, há o poder espiralado da Kundalini. Quando aquela Kundalini desperta, ela tenta forçar a passagem através desse canal ôco. Conforme ela ascende passo a passo, camada após camada, a mente torna-se aberta, e todas as visões diferentes e poderes maravilhosos despertam para o iogue. Quando ela alcança o cérebro, o iogue torna-se completamente desapegado do corpo e da mente. A alma encontra-se liberta.
Nós sabemos que a medula espinhal é composta de uma maneira peculiar. Se tomarmos a figura do oito horizontalmente, existem duas partes que estão conectadas no meio. Supondo que você acrescente oito após, mais oito após oito empilhando-se um sobre o outro; isso representará a medula espinhal. O da esquerda é IDA e o da direita é PINGALA, e o canal oco que corre através do centro do cordão espinhal é o SUSHUMNA. Todos os três se encontram e se unem na parte mais inferior.
No lugar onde a medula espinhal termina em algumas das vértebras lombares, uma fibra fina emerge para baixo e o canal continua a percorrer suave para dentro daquela fibra, só que bem mais fino. O canal é fechado na parte mais baixa, a qual está situada no que é chamado o plexo sacral – que, de acordo com a fisiologia moderna, está em forma triangular. Os diferentes plexos que têm seus centros no canal espinhal correspondem aos diferentes lótus ou chacras do iogue.
O iogue imagina vários centros sutís (os chacras) começando pelo MULADHARA, ou o centro triangular básico, e terminando com o SAHASRARA, o lótus das mil pétalas no cérebro. Tome nota que diz-se que ele ESTÁ no cérebro. A maioria, senão todos os escritores ocidentais e "autoridades" entendem que isso significa o cérebro. Mas não é bem assim. Diz-se NO cérebro, portanto isso não significa que o lótus das mil pétalas SEJA o cérebro. Logicamente isso não poderia ser tampouco, porquanto o cérebro é um orgão de função sensorial material e o Lótus das mil pétalas é de função psíquica e espiritual. (Pesquisas recentes encontraram uma área no topo do cérebro que é DIFERENTE da "matéria cinzenta." Quando você faz os exercícios prescritos, ou outras práticas hinduistas, budistas, taoistas, sufista etc., abrirá um centro no topo da cabeça através do qual nova energia é contatada, confirmando esse fato para você mesmo.) Portanto, se tomarmos esses diferentes plexos como representando esses lótus, as idéias dos iogues podem ser facilmente compreendidas na linguagem da fisiologia moderna.
Sabemos que existem duas fontes de ação nessas correntes nervosas, uma conduzindo para dentro e a outra para fora, uma sensorial e uma motora; uma carrega uma sensação para o cérebro e a outra do cérebro para o corpo exterior. Essas vibrações estão todas conectadas com o cérebro no final das contas. Vários outros fatos terão que ser relembrados para poder clarear o caminho para a explanação que vem a seguir.
A medula espinhal termina no cérebro com aquilo que é chamado de PONS, um orgão parecido com uma lâmpada na base da medula, o qual diz-se que não está conectado ao cérebro, mas flutuando dentro de um fluido no cérebro, o que entre outras razões, serve para atuar como uma proteção de choque para esse orgão – um fato importante a ser lembrado. O PONS é o receptáculo dos centros que controlam essas funções vitais do corpo, como a respiração, os batimentos cardíacos, etc.
Segundo, de todos os centros você deve lembrar-se particularmente de três: o MULADHARA, que é o centro básico (chacra básico), o MANIPURA, ou o lótus do umbigo (chacra umbilical), e o SAHASRARA no cérebro (chacra da coroa ou chacra coronário). O muladhara é o receptáculo, o gerador da Kundalini. O manipura é o "Portal" ensinado em todas as leituras de ocultismo. Todas as escolas esotéricas fazem uso desse centro de uma maneira dinâmica para aumentar as energias que precisam ser manipuladas. O sahasrara tem sido chamado de "porta" através da qual outra energia é contatada. É o ponto do Samadhi – a fonte da Iluminação Espiritual (expansão da consciência, consciência cósmica).
Agora vamos pegar um fato da Física. Ouvimos falar de eletricidade e de várias outras forças conectadas a ela. A eletricidade é associada com movimento. As moléculas que compõem a matéria são acionadas pela eletricidade. Geralmente movem-se em padrões específicos. Se todas as moléculas num quarto, ou num objeto são feitas para se moverem em uma direção, formar-se-á uma imensa bateria. Outro ponto da fisiologia a ser lembrado é que o centro que regula o sistema respiratório, o sistema respiratório, tem uma espécie de ação controladora sobre o sistema das correntes nervosas. Agora vamos ver porque a respiração é praticada.

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Em primeiro lugar, da respiração ritmada vem a tendência para todas as moléculas do corpo moverem-se em uma direção. Quando a mente transforma em vontade, as correntes nervosas são transformadas em um movimento similar à eletricidade. Os nervos mostram a polaridade sob a ação de correntes elétricas, mostrando por sua vez que quando a vontade é transformada, as correntes nervosas são transformadas em algo parecido com a eletricidade. Portanto, quando todas as moléculas de um corpo se tornaram perfeitamente rítmicas, o corpo tornou-se uma bateria gigantesca de vontade. Essa vontade gigantesca, tremenda é exatamente o que o iogue deseja. Existe, portanto, uma explicação fisiológica dos exercícios de respiração. Eles tendem a trazer uma ação rítmica para dentro do corpo e ajudam o centro respiratório a controlar os outros centros.

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Na base da coluna, na área Sacral, existe uma área anular parecida com um canal, uma seção de osso que tem na realidade, três e meia espirais. Depois, no sexto VENTICLE tem o espaço vazio que percorre o centro da medula espinhal. Considerando que tudo o mais nos ensinamentos iogues foi confirmado agora pela ciência ocidental, precisamos presumir que da mesma maneira pode ser demonstrado que esse canal é fechado na parte de baixo onde se une ao canal anular. É por essa razão que a energia acumulada, ou gerada ali, não pode ascender até que a clausura seja aberta. Mas, mesmo depois de ter sido aberta, deve-se AUMENTAR O INFLUXO, e é aí que entra a área do Plexo Solar (em realidade a área do umbigo). Por isso ele é chamado de "Portal."
É interessante notar-se que os povos pelo mundo todo têm desenhado a serpente como estando em pé, conforme ilustrado adiante, e que a coluna se parece exatamente como a serpente se levantando.
É também interessante que a base da coluna é o ÚNICO lugar do corpo todo onde todos os sistemas nervosos se unem num lugar comum de encontro. Os nervos simpático, o vago e cérebro-espinhais, todos se unem por anastomose na base da coluna. A clausura do canal na base da coluna explica porque os estudantes que realizam certas práticas sem a preparação correta, podem sofrer contusões ou então a morte! Se a energia é aumentada, para onde ela deverá ir? Ela tem que ir para algum lugar! Se "para baixo", produz um excesso sexual; se através do nervo vago ou simpático, produz doença; se subir pela coluna para dentro do cérebro, insanidade.
O objetivo do pranayama (prática respiratória) aqui é o de ascender o poder espiralado no muladhara chamado Kundalini. Tudo o que vemos ou sonhamos ou imaginamos, temos que perceber no espaço, que é chamado MAHAKASHA. Sempre que um iogue lê os pensamentos de outros homens ou percebe objetos supersensíveis, ele os vê em outro tipo de espaço chamado de CHITAKASHA, o espaço mental. Quando a Kundalini é despertada e entra pela medula espinhal, o SUSHUMNA, todas as percepções estão no espaço mental. Quando atinge o final do canal que de abre para o cérebro, a percepção não-objetiva está no espaço do conhecimento. Pense em "espaço" como relacionado à palavra "Akasha", e você irá compreender melhor esses conceitos.
Ida e Pingala são os principais canais através dos quais essas correntes passam. Se você conseguir fazer com que a corrente passe através do sushumna no meio da medula espinhal, você já resolveu o problema. O sushumna nas pessoas comuns, está fechado na extremidade inferior; nenhuma ação se processa através dele. O iogue propõe uma prática pela qual ele pode ser aberto e as correntes nervosas serem levadas a transitar através dele. Quando uma sensação é levada até um centro, o centro reage. Agora o centro no qual todas as sensações residuais ficam acumuladas é o muladhara, o receptáculo da base, e a energia espiralada é a Kundalini, conforme mencionado acima. É muito provável que a energia motora residual também esteja acumulada no mesmo centro, depois de estudo profundo ou meditação sobre o externo, objetiva a parte do corpo onde está situado o muladhara e torna-se quente.
Se essa energia espiralada for despertada e ativada e conscientemente levada a viajar até o sushumna, ela atua sobre centro após centro e uma tremenda reação será desencadeada. Quando uma porção minúscula de energia percorre uma fibra nervosa, causa uma reação do centro de percepção e você tem ou um sonho ou imaginação. O poder da meditação longa, interna, atua sobre a imensa massa de energia que está acumulada, e se alguma parte dela percorrer o sushumna e atingir os centros, a reação é tremenda e imensamente superior à reação do sonho ou da imaginação. Uma percepção supersensível ocorre. Quando chega na metrópole de tudo, no cérebro, a área inteira reage, e causa uma enorme labareda de iluminação, a percepção do Ser. Conforme a força da Kundalini percorre desde um centro para o outro, a mente como era, abre-se e o universo é percebido pelo iogue pela forma sutíl causal.
Agora para a prática do despertar da Kundalini e da abertura da clausura na base da coluna. É por causa dessa clausura na coluna que essa energia não pode subir pela coluna. Ocasionalmente, sob variadas circunstâncias, um pouquinho atravessa e então uma pessoa tem uma experiência de superconsciência, ou uma pequena iluminação, ou a nível mesmo de um gênio.
Agora, para despertar a Kundalini, nós utilizamos a prática do pranayama somente com cada INSPIRAÇÃO pela narina esquerda. Você envia uma corrente mental para baixo através da IDA, pelo lado esquerdo da coluna até o centro sacro básico da Kundalini, o muladhara, atingindo-o violentamente pela sua imaginação. Então, quando você exala a respiração através da outra narina você visualiza ou imagina ir trazendo aquela corrente PARA CIMA através do centro da coluna, através do sushumna, até a cabeça. Quando respira pela narina direita, você envia a corrente para baixo através do lado DIREITO da coluna, pelo PINGALA, atingindo outra vez violentamente o muladhara; mantenha lá a concentração, conforme lhe foi ensinado nessa fase do pranayama, e outra vez conduza a corrente pelo sushumna, o centro da coluna. O esforço mental de mandar uma corrente de poder forte como a eletricidade ao longo de sua coluna com cada uma das respirações – IDA, para baixo pelo lado esquerdo, e PINGALA para baixo pelo direito – e permanecer com o pensamento no muladhara, e depois trazê-lo pelo centro da coluna, juntamente com a respiração, é a maneira de promover o despertar da energia Kundalini.
Ao fazer a khumbaka ( depois de inspirar e expirar regular e normalmente através das duas narinas e repentinamente segurando na expiração), segure na expiração e coloque toda a sua atenção sobre o muladhara. Concentre toda a sua mente, seu pensar, seus pensamentos, seus sentimentos sobre o muladhara.
Outro exercício que ajuda a despertar a Kundalini é sentar-se e contrair a região retal o mais fortemente possível e segurar a tensão da contração na região retal. Enquanto mantém a concentração e a contração no muladhara na área do reto, tente levantar-se do chão. Isso deve ser feito quando sentado no chão com as pernas cruzadas. Coloque as mãos no chão, e enquanto você se concentra com a contração de seus músculos e nervos na região retal, tente levantar-se do chão e fique de pé contando até dez, depois deixe-se sentar novamente. Relaxe por um minuto e repita. Faça esse exercício de se levantar com a contração dez vezes, duas vezes ao dia. Assim, você descobrirá que a Kundalini um dia despertará. Essas duas práticas – de mandar a corrente para baixo e para cima na coluna, e depois a Khumbaka com a tensão e contração e o exercício de se levantar – todos juntos servem para abrir esse canal e para despertar a Kundalini. É o despertar da Kundalini que faz com que realizações posteriores se tornem possíveis.

PARTE 6

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